Saindo de Santo Amaro, uma epopéia até a próxima parada, Jericoacoara. Uma hora e meia de Toyota até a estrada, 3h de espera pelo ônibus, ônibus de 1h até Barreirinhas, onde dormimos, 5h de pau-de-arara até Tutóia – passando pelas dunas (não foi opção não, é o único jeito mesmo...) -, ônibus até Parnaíba, mais uma noite, ônibus até Camucim e finalmente um Buggy até Jericoacoara (novamente na cola dos gringo: fomos com um belga que conhecemos no ônibus que pagou mais da metade do preço total, porque era muito caro para nós, meros brasileiros mortais que ganham em real...). E detalhe, tudo isso sem dinheiro, porque não tem uma porra de um Itaú em nenhuma dessas cidades! Mas enfim, chegamos a Jeri, que é um lugar muito bonito. Mas com o eu sou mesmo muito azarada, queimei minha perna no escapamento do buggy na hora de descer, o que prejudicou o aproveitamento da praia... Mas tudo bem, porque impossível ficar de mal-humor nesse lugar! (mesmo continuando sem poder sacar dinheiro...)



A pedra furada, principal atrativo da região (fora o vento! Nossa como venta! Muita gente fazendo windsurf.. Aliás, muito gringo fazendo windsurf...)

Depois de Jeri, viemos para a capital do Ceará, Fortaleza, onde estamos hospedados na casa de Eliana. Cidade bem gostosa, já conhecemos alguns de seus principais pontos turíticos:
Mercado Central


Catedral

Praia de Iracema com ponte de ferro ao fundo.

Escrito por PEDRO E NANÁ às 22h42
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De São Luis, seguimos para os lençóis maranhenses. Fomos para Santo Amaro, uma cidade bem menos turística que Barreirinha, conforme dica da Miriam (nossa anfitriã em São Luis, amiga da Gina, muito gente fina) e do amigo Zeca. Ficamos em um sítio localizado bem no meio dos lençóis (neste sítio foi gravado o filme “Casa de Areia”): passando a cerca, era só atravessar o lago, subir uma duna e já estávamos bem nos meios do lençóis, com suas dunas e lagos. Os moradores do sítio, Adelmo, sua esposa, Teresa, e o filho, Hernandez, são todos pessoas bastante simples e muito receptivas.
Dormíamos no chão ou numa rede que nos emprestaram, ao lado da galinha com seus pintinhos, acordávamos com o canto do galo e com os outros sons dos bichos - porcos e cabras. Experiência bem diferente pra quem viveu toda a vida na grande metrópole paulistana.
Mirian em um dos ótimos papos que levamos.
O sítio...





... e os lençóis. Um cenário realmente impressionante, e isso porque não estamos na cheia. A gente se sente pequenininho lá no meio.



Visitas de domingo...

Nóis com a Teresa.

Escrito por PEDRO E NANÁ às 22h39
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